

Março/2020
O que há de novo? Mudança no comportamento do consumidor, velocidade, custo, facilidade na utilização, expectativa dos usuários e muito mais.
O ritmo da inovação continua acelerado e a cada dia aparecem novas startups oferecendo soluções tecnológicas e inovadoras para o mercado financeiro, as chamadas Fintechs (Financial Technology).
As fintechs estão contribuindo com a desintermediação com bancos, desagregação de serviços que antes estavam em poder das grandes empresas e desmaterialização de recursos físicos, usando meios digitais em vez do papel. Facilitando movimentações financeiras, acesso à produtos e serviços, locação de imóveis, planejamento financeiro, entre outros. Os diferenciais são, menos burocracia, rápida inovação se adaptando as necessidades, foco no cliente, operações totalmente digitais, redução de custos para as empresas, melhores condições para os usuários, agilidade, assertividade nos processos e o principal, tudo que gera concorrência é bom para o consumidor, que pode escolher o que melhor se adapta ao seu perfil.
As fintechs no Brasil estão apresentando um crescimento acelerado ano após ano, atualmente já são mais de 600 registradas. Algumas já são chamadas de unicórnios brasileiros. O que são unicórnios? A forma mais simples de traduzir é dizer que a fintech foi avaliada a preço de mercado em 1 bilhão de dólares antes de abrir capital na Bolsa de Valores.
Atualmente podemos separar as fintechs por segmento e grupos para melhor mapeamento, esses são alguns deles, Meios de Pagamentos, Câmbio, Gestão Financeira, Bancos, Contas Digitais, Criptomoedas, Crédito, Seguros e Investimentos. Em meio as fintechs existem as chamadas “Iniciativas”, classificadas como Eficiência Financeira, que são organizações que atuam por meio de “bureaus” de informações, soluções de prevenção à fraude, biometria, blockchain, analytics, além de outras tecnologias e serviços que apoiam e trazem maior agilidade e praticidade ao mercado financeiro.
As autoridades reguladoras estão se mostrando muito propensas a avançar em normas e procedimentos que garantam maior segurança jurídica e estimule a competição no sistema financeiro.
Além de tudo isso, a regulamentação do open banking também tem impulsionado o crescimento dessas startups. O modelo brasileiro tem sido discutido há vários meses pelo Banco Central e trará grandes mudanças. De acordo com o órgão federal, as normas sairão em breve e devem trazer flexibilidade para que pequenas instituições financeiras possam testar novos produtos, serviços e modelos de negócio inovadores.
Até a próxima.
